A mina perdida de Phandalin.

Uma nova jornada!

Uma comitiva de Leilon.

Em Leilon, uma pequena cidade de não mais de 3.000 (três mil) habitantes situada na Costa da Espada, um componente da nobreza da cidade, cujo controle também é exercido pela Aliança dos Lordes, recepciona uma correspondência enviada de Phandalin. Estranhamente, a correspondência é assinada pelo Sr. Sindal, componente da Aliança dos Lordes situada em Neverwinter. Na carta, ele explica que foi obrigado à assumir a responsabilidade pelo governo da cidade, mas que ela está ameaçada por todos os lados. Uma das ameaças é a conglomeração de goblins e orcs ao redor da cidade, com notícias de que seu quartel general seria o Cume dos Weaverns, um local usado há muito tempo por estes pequenos dragões.
O nobre de Leilon, percebeu a sua grande chance de provar seu valor para a liderança da cidade, e preferiu então averiguar essa ameaça sozinho, sem comunicar a Aliança dos Lordes de Leilon. Entretanto, percebendo que teria que enfrentar um grande número de inimigos, preferiu encontrar aliados para a sua empreitada.
Arwen, um usuária de magia que residia não muito longe do centro de Leilon, foi convidada por ele, e para sua surpresa, Phandalin abrigava um grande escritor e conhecedor das capacidades mágicas da florestar, conhecido como Daran, o que lhe interessou muito na viagem.
Em consulta novamente à carta, o nobre percebeu que nela estava aposta um símbolo do Deus Moradin, tendo um templo do mesmo Deus na cidade, conseguiu também a ajuda de um dos servos desse Deus, um anão de linhagem pacífica, juntamente com um amigo seu que demonstrava pouco sua face, mas que teve interesse em ajuda pacífica à cidade de Phandalin.
Ao se prepararem e conseguirem suprimentos para a viagem através da influencia nobre, os componentes da comitiva foram abordados nas proximidades da taverna por um morador da cidade, que tinha interesse em prestar-lhes serviço de guia pelo caminho até Phandalin, o que após relativa resistência, foi aceito pelo grupo.
Em viagem, os companheiros acabaram se perdendo no caminho até Phandalin, quando notaram a presença de um anão também com vestes de adoração ao Deus Moradim, em caminho inverso ao de Phandalin. Seu nome era Thoradin Frostbeard. Em contato breve, uma vez que Thoradin estava demasiadamente irritado por algum motivo específico, Thoradin os informou que estava vindo de Phandalin, exatamente para tentar evitar o avanço dos Goblins até Phandalin. Juntando-se à comitiva de Leilon, todos partiram em direção ao local indicado no mapa, que não ficava há mais de um dia e meio de viagem pela trilha de triboar.
Ao final do terceiro dia os viajantes se preparam para fazer um acampamento para seu descanso, e alguns saem para averiguar potenciais riscos ou perigos que rodeiam aquele local. O nobre e Thoradin percebem algo de estranho em uma das arvores à sua frente, como uma coloração que a diferencia das demais. Consegue perceber que havia uma armadilha de rede amarrada à arvore. Com os outros companheiros chegando, devido a sua demora, todos percebem que a arvore era banhada de sangue. Todos os companheiros ficam em posição de batalha, esperando que aquela arvore fosse uma armadilha. Arwen tomou cuidado para colher uma amostra da cobertura da arvore para posterior análise.
Ainda no acampamento, o pequenino, amigo do anão de Leilon, percebe que à frente da pequena floresta, no cume da parede rochosa, existe uma saída de luz, e corre para avisar os seus companheiros.
Quando avisado, todos os companheiros dirigem-se até o pé da parede rochosa, e, em conversa, percebem que a luz saída da abertura parece ser povoada. Repentinamente, uma flecha quase atinge o nobre de Leilon, quando por instinto e reflexo, o arqueiro atinge o atacante inicial com uma flechada mortal, fazendo-o o cair próximo ao grupo. De fato, era um goblin.
Após nova discussão acerca da abordagem pacífica ou não à respeito dos goblins, os componentes da comitiva decidem entrar pela entrada principal do cume. Chegando ao topo, vasculhando as entradas laterais de um corredor principal, os companheiros percebem que, pelo numero do estoque de armas, o numero de habitantes da caverna onde eles estão é bem superior ao esperado.
Continuando, os viajantes acessam um hall principal, com uma cascata de agua vinda do topo da montanha ao seu fundo, quando então ouvem uma voz extremamente primitiva, alta, e em uma linguagem compreendida por poucos: “Acabem com eles!”. Os companheiros tiveram tempo de se preparem para o ataque, uns se escondendo, se preparando à distância e outros preparando para o combate corpo-a-corpo, dada a sua capacidade pessoal.
Escondido, o pequeno halfling consegue atacar sem ser visto e elimina cerca de 5 goblins, antes de ser atingido e ficar gravemente ferido. À distância, o anão de Leilon, mesmo sendo atacado e com graves ferimentos, tenta ajudar seu amigo através do seu poder divino de cura. Enquanto isso, Arwen trava uma luta à distância arremessando sua magia de fogo, quando então é atingida por uma flecha que a impossibilita momentaneamente de arremessar suas magias, o que a faz recuar. Thoradin e o nobre ficam na linha de frente travando um batalha corpo à corpo com os goblins, e após incapacitar alguns deles com seus golpes, o nobre é atingido gravemente no peito, o que o faz recuar também. Thoradin, vendo que seus golpes passaram a ser ineficientes contra os pequenos goblins, opta por curar seu companheiro de batalha através de sua oração de cura. Anakim, em auxílio ao grupo de guerreiros abate os goblins que estavam lhe atacando, além de um dos arqueiros que atingiu Arwen.
Vendo que a batalha quase por terminada, o grupo de viajantes nota que de onde saíram todos estes goblins, um grande Ogro, líder dos pequenos goblins chega ao hall principal com seus 2,30 de altura, portanto seu imenso tacape, e com sua voz grutural indaga aos mesmos: “Quem são vocês, e o que querem em meus aposentos?!”

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Gerson_dos_Anjos

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