A mina perdida de Phandalin.

Entrega de carroça.
Uma simples viagem para Phandalin.

Era um dia de sol em Neverwinter, uma das cidades portuárias mais movimentadas da Costa da Espada. No centro da cidade, Aradrin, como de costume, procura viajantes ou transeuntes desavisados do perigo que é perambular despretensiosamente no centro da grande cidade portuária, sem atentar-se aos seus pertences. Quando então ele consegue avistar uma conversa pouco usual entre Gundren Mineirador, um dos anões mais famosos da família de Mineiradores, e Sildar Hallwinter, membro da Aliança dos Lordes, um forte grupo de controle e influência da costa da espada. Movido pela curiosidade, ele se aproxima para ouvir, quando então percebe que eles precisam de alguém para levar uma carroça que está localizada na frente deles, até Phandalin. Também movido pela curiosidade,Aradrin tenta ver o que tem dentro dessa carroça quando então é visto. Após alguns gritos por parte dos dois que estavam conversando, um outro anão também morador de Neverwinter se aproxima, e na tentativa de fugir, Aradrin acaba esbarrando em Thoradin Frostbeard. Rapidamente, Aradrin Lhenneaf uma maçã que tinha roubado da carroça, e consegue fugir. Thoradin Frostbeard, rindo da situação, oferece a maçã agora mordida para os dois que assistiam a cena quase cômica, quando então o convidam à fazer levar à carga até Phandalin.
Aceitando, Thoradin dirige-se até seu velho amigo, também morador do templo da cidade, Immortale, um draconiano de escamas brancas, cujo domínio era a magia arcana extremamente inteligente, mas extremamente pedante, diferente de seu velho amigo anão, que era portador de educação polida e mansidão incongruentes com sua raça.
Aradrin Lhenneaf, não conseguindo conter a curiosidade, seguiu Thoradin e foi atrás da carroça para averiguá-la. Percebe que o anão que quase a capturou agora voltava para a carroça junto com um draconiano muito alto. Não tinha como correr, então, era esconder-se dentro da carroça. E foi o que ele fez.
A viagem seguiu pelo primeiro dia, quando então Immortale teve a curiosidade de verificar o que havia de tão importante dentro da carroça, e encontrou Aradrin Lhenneaf. Sem ter como reagir, a conversa não foi nada amigável e ele acabou amarrado e preso.
Já no segundo dia, os viajantes acabaram por ser emboscados por goblins na trilha de Triboar. Após severa batalha entre eles, não sem antes uma breve tensão entre os próprios viajantes, eles terminam por derrotá-los, e percebem que os cavalos eram de Sildar e Gundren. Instigados por esse fato, encontram uma trilha no gramado lateral da trilha, e presumem que seria dali que havia vindo os goblins, então, seria para lá que haveriam levado Gundren e Sildar. E começam a perseguição.

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A viagem se complica!
Emboscada e perseguição.

Ainda em Neverwinter, Malc Thazar chega aos aposentos de Sindal após uma missão de campo, e verifica que tem um bilhete em cima da sua mesa: “Malc, bom encontro! Parti em viagem com Gundren para Phandalin para resolver negócios com urgência. Assim que retornar, prepare suas coisas e me encontre em Phandalin. Preciso de sua ajuda. Obrigado!”. Assim possível, ele partiu em viagem!
Após algumas horas de caminhada pela noite, passando por algumas armadilhas pelo caminho, os viajantes percebem que estão sendo seguidos por um humano, de estatura mediana, com vestes de coloração parecida com as de Sildar. Após algumas trocas de informação, e constatação de que elas eram verídicas, Malc se junta ao grupo de viajantes, quando então eles notam que o fim da trilha chegava a uma gruta.
Guardada por sentinelas goblins, estes foram abatidos pelos viajantes.
Já dentro da gruta, após uma noite inteira de brigas com goblins, lobos e seu líder Korg, um Hobgoblin extremamente forte, os viajantes conseguem salvar Sildar que compartilha com os viajantes que ouviu os goblins comentarem que Gundren foi levado para o castelo de Cragmaw, e que alguém chamado de Aranha negra queria o mapa que estava com ele. Disse também que não sabia a localização desse lugar, mas que Iarno Albrek, seu companheiro da Aliança dos Lordes poderia saber onde é a localização desse castelo. Iarno estava há dias em Phandalin, e eles deveriam ir direto para lá recupera-se e falar com ele. A viagem continua até Phandalin, onde a carroça com os pertences de Gundren deveria ser deixadas com Barthen, um dono de uma loja de provisões. Qual o próximo acontecimento estranho de uma viagem que era para ser simples?

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Phandalin citiada!
Chegada à Phandalin, e mais problemas.

Na chegada à Phandalin, os aventureiros agora acompanhados de Sildar, notam que a cidade é rodeada de ruínas inabitadas, denotando que foi muito maior na antiguidade. Os prédios antigos são cobertos de musgo, e a habitação da cidade surge somente quando os aventureiros se aproximam da sua região central. Notam ainda que a cidade é estranhamente vazia em proporção à quantidade de construções aparentemente habitadas. Crianças e pessoas que transitam pela cidade logo notam a presença dos estrangeiros, mas voltam aos seus afazeres, não sem antes lhes analisar atentamente.
Sildar lhes recomenda a Estalagem da Colina de Pedra para que os viajantes possam guardar seus pertences e descansar, para que depois entreguem os pertences da carroça para Barthen, conforme combinado com Gundren. Na estalagem, eles conhecem Toblen Colina de Pedra, o dono da estalagem. Após indagar-lhe à respeito da cidade em busca de informações sobre o ocorrido, os aventureiros percebem o que o medo mora dentro do jovem homem ao evitar-lhes qualquer informação sobre a cidade. Mesmo assim, em contato com a garçonete e alguns clientes da estalagem, eles conseguem algumas informações sobre os líderes da cidade, e que marginais que se auto intitulam Marcarrubras estão afugentando viajantes e maltratando os moradores da cidade, quando então saem para tentar encontrar Sildar.
Do outro lado da cidade, Hoogar, um meio orc andarilho sedento pela extinção de orcs e raças próximas em virtude de um passado sombrio de ódio quanto a essas raças, chega até a cidade. Ele avista a Estalagem do Gigante que Dorme, mas quando abre a porta, percebe uma hostilidade muito grande, e logo fecha a porta sem que seus frequentadores percebam sua presença. Recuando, ele volta à estrada, e dirige-se até o centro da cidade.
Immortale e Thoradin, interessados na localização de Sildar, dirigem-se até a prefeitura e conseguem ter acesso ao Prefeito, Harbin Wester. De estatura mediana, Harbim é extremamente gordo para sua altura, e é pomposo ao falar. Ao que as suas vestimentas indicam, ele ainda nem havia se levantado da cama.
Hoogar, chegando até o centro da cidade, avista um aviso cravado na parede com uma faca: “RECOMPENSA – Orcs próximo ao Cume de Wyvern! Aqueles que estejam interessados em enfrentar essa ameaça, dirijam-se até a prefeitura.”. E foi o que Hoogar fez, imediatamente.
Entrando na prefeitura, Hoogar encontra Thoradin e Immortale, quando então o prefeito se assustando, tenta entender o que está acontecendo. Após alguns minutos de conversas e tratativas à respeito da missão de interesse de Hoogar, Thoradin e Immortale também se dispõem à busca dos Orcs, até que consigam encontrar Sildar.
Na saída da prefeitura, os aventureiros avistam o comércio da Costa do Escudo de Leão, com o símbolo de um leão azul em um escudo na entrada. Descobrem que esse símbolo é o mesmo da carga encontrada dentro do covil dos goblins da trilha de Triboar e conhecem Linene Ventocinza, que somente após ser convencida de que os viajantes não são ladrões, aceita a carga.
Na saída, os aventureiros são surpreendidos pelos marginais Marcarrubra, e recebem a instrução de saírem da cidade. Recusando-se, entram em combate com eles. Em menor número, são salvos por Linene que ao sair da Costa do Escudo de Leão atinge dois marginais acabando com a batalha.
Os viajantes são auxiliados por ela, que lhes presta ajuda para se recuperar e recebem armas novas para outras batalhas.
O receio agora lhes aflige, visto que tomaram conhecimento da força dos Marcarrubra e perceberam que não são somente marginais, mas sim mercenários experientes. Precisam os viajantes pensar em qual o próximo passo a ser tomado cuidadosamente, uma vez que agora fizeram novos inimigos.

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Acusações em Phandalin.
Justiça seja feita!

Passadas algumas horas até que os viajantes se recuperassem do combate com os Marcarrubras, estes dirigiram-se até onde eles tinham a suspeita de encontrar alguma pista de Sildar ou dos outros irmãos de Gundren, o comércio de Barthen, sob indicação de Linene.
Chegando lá, são recebidos pelo próprio Sildar, que os coloca rapidamente dentro do comércio, que aparentemente está fechado hoje. Em conversa, eles descobrem que os outros dois irmãos de Gundren, Nundro e Tharden, estão acampados em algum local fora de Phandalin, mas estes não são vistos há cerca de dez dias. Descobrem também que Iarno Albrek não é visto há cerca de 2 ou 3 dias pela cidade, e que isso provavelmente tem alguma relação direta com os Marcarrubra. Eles estão tentando dominar a cidade sob a imposição do medo. Por esses dias até raptaram a família de Thel Dendar um escultor em madeira conhecido da região, e não há qualquer suspeita de envolvimento da prefeitura, mas é clara a desídia e omissão dela quanto ao rapto da família de Dendar.
No meio da conversa, alguém bate à porta. Os guardas da prefeitura informam aos viajantes que eles são esperados na prefeitura para prestarem esclarecimentos em audiência com a liderança da cidade pela baderna e turbação da paz ocasionada horas atrás. Acompanhados de Barthen e Sildar, os viajantes os acompanham.
Já dentro da prefeitura, dentro do salão central, estão além de moradores curiosos, a liderança da cidade composta por Toblen Colina de Pedra, proprietário da Estalagem Colina de pedra; Elmar Barthen, dono do comércio de viagens; Quelline Alderleaf, fazendeira e com família residente na cidade desde seus primórdios mais prósperos; Irmã Graele, uma jovem elfa serva de Tymora; Thal Dendar, o escultor em madeira famoso nas redondezas e uma cadeira vazia, destinada à Daran Edermarch, desconhecido até então para os viajantes. À Sildar, componente da alta casta dos Senhores da Aliança, também foi concedida uma cadeira de honra, também em substituição de Iarno que estava sumido.
A audiência com o prefeito começa, e este sai em clara defesa aos Marcarrubras, o que causa revolta aos viajantes que tentam se defender sentindo-se abandonados à própria sorte por Sildar. Após alguma discussão calorosa, Dendar levantasse raivosamente e profere sua consternação na forma de denúncia à prefeitura, que é acompanhada pelo resto dos ouvintes. Acompanhando a bagunça instaurada principalmente pelo motim ocasionado pelas palavras de revolta de Halfling, Sildar, através do poder que lhe é dado pela Aliança dos Lordes, derruba o governo de Harbin, o manda prender e toma a prefeitura para si. Já com os ânimos mais calmos, a liderança sugere aos viajantes, já que enfrentaram alguns dos Marcarrubras, que poderiam tentar expulsá-los da cidade.
Thoradin, interessado em conversar com Daran, que de acordo com Quelline, seria um velho aventureiro integrante da Ordem da Manopla. Em conversa com este, os viajantes descobrem que o líder dos Marcarrubras carrega o nome de Cajado de Vidro, obviamente por levar consigo um cajado com essa mesma descrição.
Após, os viajantes dirigiram-se até a casa de Quelline, que de acordo com a informações da reunião daquele mesmo dia, os Marcarrubra estariam localizados na Mansão de Tresendar, uma família morta há muito tempo. De campana na fazenda, o filho de Quelline os chama a atenção para um túnel que levava até a parte debaixo da mansão, quando então os viajantes acharam melhor a entrada na mansão somada ao fator surpresa, e iniciaram sua caminhada pelo túnel. Qual será a recepção deles dentro da mansão? Será que eles serão vistos ou percebidos antes da sua chegada?

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O fim dos Marcarrubras.
A fuga de Cajado de Vidro.

Após descobrirem que de fato essa mansão era o esconderijo dos Marcarrubra, os viajantes passaram a noite inteira vasculhando o local, combatendo primeiramente com um monstro de um grande olho, que tentou entrar na mente dos viajantes, quando então Hoogar deu conta de impedir à base de muitos socos e pontapés. Encontram Bugbears, além dos próprios Marcarrubra e também os derrotaram com a ativa participação de Thoradin e seu martelo, mas também de Immortale, que criou uma verdadeira afixação por encontrar portas de madeira. Encontraram também esqueletos que voltaram a vida, sendo os restos mortais dos antigos moradores da mansão, a família Tresendar.
Ao fim da batalha, encontram o laboratório e os aposentos de um estudioso, provavelmente da escola arcana com pertences. Com seus pertences, havia uma carta com os seguintes dizeres: “Meus espiões em Neverwinter me disseram que estranhos estarão chegando em Phandalin. Eles podem estar trabalhando para os anões. Capture-os de puder, mate-os se precisar, mas não permita que eles atrapalhem nossos planos. Certifique-se de que se algum mapa anão estiver na posse deles, que este seja entregue a mim com rapidez. Eu conto com você Iarno, não me desaponte.” Ao final, um desenho de uma aranha pintado de preto.
Após localizar a esposa e as filhas de Thel Dendar, os viajantes deixam a mansão e retornam para o centro de Phandalin.

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Derrotamos os Marcarrubras (Redbrands), e agora?
Uma nova expedição pela trilha Triboar.

Após uma noite inteira de lutas, batalhas, descobertas e cansativas perguntas sem as devidas respostas, os aventureiros não conseguem encontrar o líder dos Marcarrubras (Redbrands), mas encontram a senhora Mirna Dendrar, e suas duas filhas, que haviam sido raptadas da cidade de Phandalin.
No caminho de volta, Mirna conta aos personagens que quando ela era uma jovem garota, ela e a sua família fugiram da vila de Thundertree depois que mortos vivos invadiram o local.
Sua família tinha uma loja de ervas e alquimia, e que dentro de uma caixa estava escondido um colar de esmeraldas sob uma seção de prateleiras de estoque. Ela nunca se atreveu a retornar e pega-lo, mas que os aventureiros que as salvaram, quisessem ficar com a jóia em retribuição ao seu resgate, poderiam.
Chegando na cidade, forem recepcionados pelo senhor Dendrar com muitos festejos. Passaram a noite em sua casa confortável, onde comendo e bebendo, se recuperaram dos ferimentos da noite intensa de combates. Pela manhã, Dendrar oferece como recompensa aos companheiros, uma caixa de madeira lacrada com um símbolo dracônico, contendo um verme, com uma cabeça em cada uma das pontas, porém, sem maiores informações tanto do símbolo quanto de sua utilidade.
Levados até a prefeitura, foram ovacionados pela população da pequena cidade, que os tratava como heróis. Lá, encontraram Sildar, e trataram de discutir à respeito da carta que encontram no local onde suspeitavam ser o esconderijo do Cajado de Vidro.
Como a carta dava conta do conhecimento da vinda dos aventureiros até a cidade de Phandalin, com a citação do nome do anão Gundren Mineirador, além do nome de Iarno na mesma, todos concluíram que Iarno era o Cajado de Vidro.
Tendo em vista que este havia fugido, os aventureiros logo perceberam não haviam pistas a serem seguidas para localização dele, e receberem a sugestão de Sildar de buscar informações fora da região da cidade para tal. A localização dos Orcs que andavam rondando a cidade foi indicada no mapa por Sildar, e era exatamente no Cume de Wyvern, há dois dias de viagem dali. Este cume foi antigamente o lar de um grande e perigoso ninho de wyverns, mas um grupo de corajosos aventureiros lidou com estes monstros anos atrás. Apesar das wyverns nunca terem retornado, outras criaturas ficam por aqui de vez em quando.
Na saída da prefeitura, todos foram surpreendidos pela Irmã Garaele devota de Tymora do Santuário da Sorte. Aos gritos ensandecidos, seus olhos saiam lágrimas negras e ela repetia árduas palavras de dor e reprimenda. Após algumas horas, voltando ao normal, Irmã Graele explica que à distância, tentou contato com aparição de Agatha, um espírito aprisionado nas redondezas de Conyberry, buscando informações sobre a localização de um grimório pertencente a um lendário mago chamado Bowgentle, quando então algo deu errado. Entregando-lhes uma caixa de guardar jóias feita de prata, ela afirma que com isso eles poderão manter contato com ela, e conseguir respostas.
Saindo da prefeitura, afinal, a viagem pela trilha à nordeste se inicia, e passados um dia de viagem, os companheiros se tornam próximos, compartilhando parte de sua história e conhecimento, não sem antes formularem ofensas amigáveis e breves xingamentos raciais principalmente entre Hoogar e Immortale.
Infelizmente, os aventureiros são emboscados por Hobgoblins natvos. O combate não é fácil, principalmente quando Immortale erra a conjuração de uma de suas magias mais fortes, e acaba por acertar Hoogar. Em menor número, Hoogar sofre um corte grave na altura dos olhos por seu inimigo e fica sem poder enxergar momentaneamente. Quando então, Thoradin Frostbeard atinge o inimigo direto de Hoogar com o seu escudo, e após o acerta com seu martelo abençoado, dando por finalizada a emboscada, com a vitória parcial dos companheiros.
Vendo a situação de Hoogar, Thoradin Frostbeard prepara um ritual e cura, e clamando pelo Deus a quem ele serve, consegue interceder e fazer com que as vistas de Hoogar voltassem ao normal, não podendo evitar uma grande cicatriz.
Immortale, extremamente irritado pela falha cometida, se recolher aguardando o fim do ritual de sue amigo, para estudar e tentar fazer com que isso não ocorra novamente. A noite continua, e os corpos agonizates dos Hobgoblins não demoram a feder, e ainda faltam meio dia para se aproximarem do local de destino.

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Uma nova jornada!
Uma comitiva de Leilon.

Em Leilon, uma pequena cidade de não mais de 3.000 (três mil) habitantes situada na Costa da Espada, um componente da nobreza da cidade, cujo controle também é exercido pela Aliança dos Lordes, recepciona uma correspondência enviada de Phandalin. Estranhamente, a correspondência é assinada pelo Sr. Sindal, componente da Aliança dos Lordes situada em Neverwinter. Na carta, ele explica que foi obrigado à assumir a responsabilidade pelo governo da cidade, mas que ela está ameaçada por todos os lados. Uma das ameaças é a conglomeração de goblins e orcs ao redor da cidade, com notícias de que seu quartel general seria o Cume dos Weaverns, um local usado há muito tempo por estes pequenos dragões.
O nobre de Leilon, percebeu a sua grande chance de provar seu valor para a liderança da cidade, e preferiu então averiguar essa ameaça sozinho, sem comunicar a Aliança dos Lordes de Leilon. Entretanto, percebendo que teria que enfrentar um grande número de inimigos, preferiu encontrar aliados para a sua empreitada.
Arwen, um usuária de magia que residia não muito longe do centro de Leilon, foi convidada por ele, e para sua surpresa, Phandalin abrigava um grande escritor e conhecedor das capacidades mágicas da florestar, conhecido como Daran, o que lhe interessou muito na viagem.
Em consulta novamente à carta, o nobre percebeu que nela estava aposta um símbolo do Deus Moradin, tendo um templo do mesmo Deus na cidade, conseguiu também a ajuda de um dos servos desse Deus, um anão de linhagem pacífica, juntamente com um amigo seu que demonstrava pouco sua face, mas que teve interesse em ajuda pacífica à cidade de Phandalin.
Ao se prepararem e conseguirem suprimentos para a viagem através da influencia nobre, os componentes da comitiva foram abordados nas proximidades da taverna por um morador da cidade, que tinha interesse em prestar-lhes serviço de guia pelo caminho até Phandalin, o que após relativa resistência, foi aceito pelo grupo.
Em viagem, os companheiros acabaram se perdendo no caminho até Phandalin, quando notaram a presença de um anão também com vestes de adoração ao Deus Moradim, em caminho inverso ao de Phandalin. Seu nome era Thoradin Frostbeard. Em contato breve, uma vez que Thoradin estava demasiadamente irritado por algum motivo específico, Thoradin os informou que estava vindo de Phandalin, exatamente para tentar evitar o avanço dos Goblins até Phandalin. Juntando-se à comitiva de Leilon, todos partiram em direção ao local indicado no mapa, que não ficava há mais de um dia e meio de viagem pela trilha de triboar.
Ao final do terceiro dia os viajantes se preparam para fazer um acampamento para seu descanso, e alguns saem para averiguar potenciais riscos ou perigos que rodeiam aquele local. O nobre e Thoradin percebem algo de estranho em uma das arvores à sua frente, como uma coloração que a diferencia das demais. Consegue perceber que havia uma armadilha de rede amarrada à arvore. Com os outros companheiros chegando, devido a sua demora, todos percebem que a arvore era banhada de sangue. Todos os companheiros ficam em posição de batalha, esperando que aquela arvore fosse uma armadilha. Arwen tomou cuidado para colher uma amostra da cobertura da arvore para posterior análise.
Ainda no acampamento, o pequenino, amigo do anão de Leilon, percebe que à frente da pequena floresta, no cume da parede rochosa, existe uma saída de luz, e corre para avisar os seus companheiros.
Quando avisado, todos os companheiros dirigem-se até o pé da parede rochosa, e, em conversa, percebem que a luz saída da abertura parece ser povoada. Repentinamente, uma flecha quase atinge o nobre de Leilon, quando por instinto e reflexo, o arqueiro atinge o atacante inicial com uma flechada mortal, fazendo-o o cair próximo ao grupo. De fato, era um goblin.
Após nova discussão acerca da abordagem pacífica ou não à respeito dos goblins, os componentes da comitiva decidem entrar pela entrada principal do cume. Chegando ao topo, vasculhando as entradas laterais de um corredor principal, os companheiros percebem que, pelo numero do estoque de armas, o numero de habitantes da caverna onde eles estão é bem superior ao esperado.
Continuando, os viajantes acessam um hall principal, com uma cascata de agua vinda do topo da montanha ao seu fundo, quando então ouvem uma voz extremamente primitiva, alta, e em uma linguagem compreendida por poucos: “Acabem com eles!”. Os companheiros tiveram tempo de se preparem para o ataque, uns se escondendo, se preparando à distância e outros preparando para o combate corpo-a-corpo, dada a sua capacidade pessoal.
Escondido, o pequeno halfling consegue atacar sem ser visto e elimina cerca de 5 goblins, antes de ser atingido e ficar gravemente ferido. À distância, o anão de Leilon, mesmo sendo atacado e com graves ferimentos, tenta ajudar seu amigo através do seu poder divino de cura. Enquanto isso, Arwen trava uma luta à distância arremessando sua magia de fogo, quando então é atingida por uma flecha que a impossibilita momentaneamente de arremessar suas magias, o que a faz recuar. Thoradin e o nobre ficam na linha de frente travando um batalha corpo à corpo com os goblins, e após incapacitar alguns deles com seus golpes, o nobre é atingido gravemente no peito, o que o faz recuar também. Thoradin, vendo que seus golpes passaram a ser ineficientes contra os pequenos goblins, opta por curar seu companheiro de batalha através de sua oração de cura. Anakim, em auxílio ao grupo de guerreiros abate os goblins que estavam lhe atacando, além de um dos arqueiros que atingiu Arwen.
Vendo que a batalha quase por terminada, o grupo de viajantes nota que de onde saíram todos estes goblins, um grande Ogro, líder dos pequenos goblins chega ao hall principal com seus 2,30 de altura, portanto seu imenso tacape, e com sua voz grutural indaga aos mesmos: “Quem são vocês, e o que querem em meus aposentos?!”

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O grupo inicial se reune, e se tornam o alvo.
Atendendo pedidos.

Após o combate que deixou Hoogar prejudicado, Immortale e Hoogar foram atrás dele depois que Hoogar se recuperou.
Em alguns dias de viagem, eles encontran alguns rastros de un grupo que poderia ter passado por ali hà um dia pelo menos. Imaginando que estariam no caminho certo, os doi encontram o Cume dos Wyverns e quando o encontram, notam já de longe que esta ocorrendo uma severa batalha entre algumas pessoas desconhecidas e um grande Ogro! Percebendo que era o local que deveria ter encontrado, eles se juntam à batalha e notam a presença de Thoradin no meio dos combatentes. Após a luta, o Ogro, percebendo a sua desvantagem numerica foge descendo pela cascata de agua aue estava localizada no hall principal da gruta.
Após se apresentarem r passarem a noite, somente Anakim resolve acompanhar o grupo inicial de aventureiros enquanto o restante deles saídos de Leilon vai ao encontro de Sindal para cumprir a missão que lhe foi primeiramente designada.
Enquanto os viajantes tentavam localizar o rastro deixado pelo ogro, eles receben uma correspondência de Daran, um elfo druida morador de Phandalin. Ele avisa aos companheiros que a força negra cresce no moinho, e ele precisa saber o que é. Junto, ele deixa um pequeno mapa da localização do moinho onde pode estar localizado esse mal.
Deixando o rastro do Ogro de lado, os companheiros partem para o moinho, quando são atacados por Hobgoblins, e após o arduo combate, eles rendem o ultimo vivo e conseguem obter um pequenk rascunho de mapa com a possível localização do castelo cragmaw, possível covil do aranha negra. Percebendo que esse lugar estava ha muitos dias de viagem, os viajantes preferiram continuar até o moinho. Chegando à noite, percebem que este embora esteja habitado, tem muito zumbis à seus pés o que causa estrenheza aos utilizadores de magia, e principalme te à Thoradin que imediatamente se utiliza de seu simbolo para proteção.
Com a aproximação dos zumbis, os viajantes engagam combate e devido ao menos numero, ficam em seria desvantagem quando percebem que os zumbis são mais fortes do eles imaginavam.
Do alto da torre, percebem que uma sombra humanoide utiliza-se de uma palavra de comando quando os zumbis param!
Ja em solo, o humanoide trava uma breve discussao com os viajantes, e estes aceitam o serviço de localizar a mesma aparição requisitada pela irmã Graele, sendo que agora para Hamun Kost, o mago vermelho. Este, precisa saber qual o nome do mago que construiu aquele moinho, sendo essa informação importante para seus estudos.
Agora, os viajantes tem que esgueirar de serem caçados pelos enviados de Iarno e de seu superior o Aranha Negra, alem de encontrar a aparição de nome Agatha para lhe fazer perguntas. Será ficarão vivos ate encontrá-la, e não somente isso, será que essa aparição terá toda essa disponibilidade de resposta aos companheiros?

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